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Licenciamento das Hidrelétricas do rio Madeira: a verdade sobre o assoreamento dos reservatórios e o especialista Sultan Alam
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A batalha contra o aquecimento global já está perdida, por Henrique Cortez
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Precisamos vencer a luta contra nós mesmos ou muito perderemos. Muito mais do que apenas o nosso perdulário padrão de consumo. [EcoDebate] O movimento ambientalista evita dizer a verdade sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas, temendo que isto incentive uma atitude de inércia, em relação às mudanças necessárias. Leia o artigo inteiro
Falta energia ou falta visão?
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Washington Novaes
O tema das barragens e usinas hidrelétricas volta a ocupar espaço abundante no noticiário, por muitas razões: 1) Por ser essa uma fonte renovável e menos poluente de energia, num momento de crise, e que abre a possibilidade de reduzir, com seu uso, as emissões de gases que intensificam o efeito estufa e acentuam mudanças climáticas; 2) pelo ângulo oposto, por estar o Brasil levando adiante vários projetos nessa área, quando alguns estudos mostram a possibilidade de, com conservação e eficiência energética, até reduzir consideravelmente nosso consumo de energia, além de poder recorrer muito mais do que o faz a outras fontes menos problemáticas (eólica, solar, de marés, biocombustíveis, principalmente); 3) porque a construção de hidrelétricas sem preocupação de implantar eclusas que permitam a navegação dificulta depois o aproveitamento desse meio de transporte (onde seja viável e sem custos excessivos); 4) porque grande parte da energia gerada se destina à produç…
O tema das barragens e usinas hidrelétricas volta a ocupar espaço abundante no noticiário, por muitas razões: 1) Por ser essa uma fonte renovável e menos poluente de energia, num momento de crise, e que abre a possibilidade de reduzir, com seu uso, as emissões de gases que intensificam o efeito estufa e acentuam mudanças climáticas; 2) pelo ângulo oposto, por estar o Brasil levando adiante vários projetos nessa área, quando alguns estudos mostram a possibilidade de, com conservação e eficiência energética, até reduzir consideravelmente nosso consumo de energia, além de poder recorrer muito mais do que o faz a outras fontes menos problemáticas (eólica, solar, de marés, biocombustíveis, principalmente); 3) porque a construção de hidrelétricas sem preocupação de implantar eclusas que permitam a navegação dificulta depois o aproveitamento desse meio de transporte (onde seja viável e sem custos excessivos); 4) porque grande parte da energia gerada se destina à produç…
Manifesto pelas Serras e Águas de Minas
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Os passivos da mineração e a irresponsabilidade dos governosO Movimento pelas Serras e Águas de Minas entende que as paisagens – os horizontes – e as águas são parte inexorável do patrimônio cultural e ambiental de Minas Gerais e sua população.Somos testemunhas de um processo de condenação ambiental jamais visto no Estado, pela destruição e ameaças às águas superficiais e subterrâneas e a marcos e continuidades que marcam um dos conjuntos naturais e paisagísticos mais notáveis e singulares do Brasil. Continua
Proposta do edital do leilão das linhas de transmissão do Complexo Madeira sob consulta .
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (08/07) em reunião de diretoria colegiada a instauração de Audiência Pública documental para obter contribuições à proposta do edital do leilão 007/2008 de empreendimentos que vão conectar as usinas do Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, em Rondônia, ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Leia mais
Dropes do dia
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Peru: Hidrelétrica Inambari
A ambição por geração de energia elétrica com grandes hidrelétricas e com o sacrifício de preciosos ecossistemas parece não ter limites para a Eletrobrás/Furnas. Não bastasse o ataque aos rios da Amazônia brasileira, o governo do Brasil, através das estatais, lançou seus tentáculos para criar impactos no país vizinho, o Peru. Continua
O Brasil assinou em Maio um protocolo de intenções para a construção de hidrelétricas na América do Sul, e em especial no Peru. A maior delas, no vale magnífico do rio Inambari, custará R$ 3,2 bilhões e terá capacidade de gerar 1,5 mil MW. Esses números divulgados sobre custos de grandes obras, ora em dólares, ora em Reais, sempre parecem irreais se comparados a outros como o da usina de Santo Antônio que, para gerar 3,3 mil MW, precisará de R$ 14 bilhões. As contas nunca fecham para nós simples mortais! A diferença nesse caso, entre a futura Inambari, no Peru e Santo Antônio, no Brasil, seria relativa a custos ambientais ou …
A ambição por geração de energia elétrica com grandes hidrelétricas e com o sacrifício de preciosos ecossistemas parece não ter limites para a Eletrobrás/Furnas. Não bastasse o ataque aos rios da Amazônia brasileira, o governo do Brasil, através das estatais, lançou seus tentáculos para criar impactos no país vizinho, o Peru. Continua
O Brasil assinou em Maio um protocolo de intenções para a construção de hidrelétricas na América do Sul, e em especial no Peru. A maior delas, no vale magnífico do rio Inambari, custará R$ 3,2 bilhões e terá capacidade de gerar 1,5 mil MW. Esses números divulgados sobre custos de grandes obras, ora em dólares, ora em Reais, sempre parecem irreais se comparados a outros como o da usina de Santo Antônio que, para gerar 3,3 mil MW, precisará de R$ 14 bilhões. As contas nunca fecham para nós simples mortais! A diferença nesse caso, entre a futura Inambari, no Peru e Santo Antônio, no Brasil, seria relativa a custos ambientais ou …
Licenciamento das Hidrelétricas do rio Madeira: a verdade sobre o assoreamento dos reservatórios e o especialista Sultan Alam
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Telma Delgado Monteiro
Todos devem estar lembrados que depois das dúvidas levantadas sobre a questão do assoreamento dos reservatórios das hidrelétricas Santo Antônio e Jirau devido ao considerável aporte de sedimentos do rio Madeira, o governo contratou um especialista internacional chamado Sultan Alam.
Sultan Alam foi contratado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para "confirmar" a tese contida nos estudos de Furnas e Odebrecht de que não haveria assoreamento dos reservatórios e perda da vida útil dos empreendimentos. Ele elaborou seu parecer baseado na revisão de vários relatórios, visita ao rio e local previsto para o projeto e nas análises das características de transporte de sedimentos com condições naturais e com o reservatório a fio d’água. Continua
O relatório, originalmente em inglês, foi traduzido na íntegra pelo MME em Janeiro de 2007. A minuta em inglês só foi encaminhada ao Ibama em 24 de Abril de 2007. A versão disponibilizada pelo Ibama, em português, …
Todos devem estar lembrados que depois das dúvidas levantadas sobre a questão do assoreamento dos reservatórios das hidrelétricas Santo Antônio e Jirau devido ao considerável aporte de sedimentos do rio Madeira, o governo contratou um especialista internacional chamado Sultan Alam.
Sultan Alam foi contratado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para "confirmar" a tese contida nos estudos de Furnas e Odebrecht de que não haveria assoreamento dos reservatórios e perda da vida útil dos empreendimentos. Ele elaborou seu parecer baseado na revisão de vários relatórios, visita ao rio e local previsto para o projeto e nas análises das características de transporte de sedimentos com condições naturais e com o reservatório a fio d’água. Continua
O relatório, originalmente em inglês, foi traduzido na íntegra pelo MME em Janeiro de 2007. A minuta em inglês só foi encaminhada ao Ibama em 24 de Abril de 2007. A versão disponibilizada pelo Ibama, em português, …
Rio Juruena: Obra beneficia grupo de Blairo Maggi, diz promotor
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Dados reunidos pelo Ministério Público de Mato Grosso apontam que uma mudança de traçado na linha de transmissão da hidrelétrica de Dardanelos beneficiou pequenas centrais hidrelétricas do grupo Amaggi, da família do governador Blairo Maggi (PR-MT).
Do complexo de nove PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) do rio Juruena, cinco são do grupo Amaggi.
Os dados constam da ação que conseguiu suspender a licença ambiental da linha. A construção das pequenas hidrelétricas, cujas licenças foram expedidas pelo governo mato-grossense, também é contestada na Justiça.
Segundo o Ministério Público, o primeiro plano de construção da linha de transmissão, proposto no EIA-Rima (estudo de impacto ambiental) de Dardanelos, em 2005, previa que o "linhão" ligaria a usina ao Sin (Sistema Integrado Nacional) por Sinop (506 km de Cuiabá).
No ano passado, quando o relatório de impactos do "linhão" foi apresentado pela Eletronorte, a idéia inicial foi descartada. Surgiu o plano, chancelado p…
Do complexo de nove PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) do rio Juruena, cinco são do grupo Amaggi.
Os dados constam da ação que conseguiu suspender a licença ambiental da linha. A construção das pequenas hidrelétricas, cujas licenças foram expedidas pelo governo mato-grossense, também é contestada na Justiça.
Segundo o Ministério Público, o primeiro plano de construção da linha de transmissão, proposto no EIA-Rima (estudo de impacto ambiental) de Dardanelos, em 2005, previa que o "linhão" ligaria a usina ao Sin (Sistema Integrado Nacional) por Sinop (506 km de Cuiabá).
No ano passado, quando o relatório de impactos do "linhão" foi apresentado pela Eletronorte, a idéia inicial foi descartada. Surgiu o plano, chancelado p…
PCHs no rio Juruena: Manifesto das etnias ENAWENE-NAWE, RIKBAKTSA, CINTA-LARGA, ARARA, MYKY, IRANTXE, KAYABI, APYAKA E MUNDURUCU
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As Etnias ENAWENE-NAWE, RIKBAKTSA, CINTA-LARGA, ARARA, MYKY, IRANTXE, KAYABI, APYAKA E MUNDURUCU.
Já Mandamos Documentos para todas as Autoridades para Resolver os nossos Problema, mas ninguém resolveu e não atendeu nada, só enrolam, os nossos problemas são:
1 - Falta de atendimento e Assistência de Saúde nas aldeias, nos pólos de saúde e casa de saúde indígenas da região.
2 - Também resolver os problemas das PCH'S que estão construindo no Alto do Juruena, o Juiz já mandou paralisar as obras e até agora não pararam, e nós estamos sendo prejudicados e impactados e não recompensaram os prejuízos causados nas nossas comunidades.
3 - Resolver o problema da compensação dos impactos causados pela PCH Juina/ Rede Cemat (Cinta-Larga).
4 - Fazer estudo de impactos ambientais e compensar os Araras e Cinta-Larga sobre o prejuízos da Construção da Hidrelétrica Dardanelo em Aripuanã, que está em construção.
5 - Queremos que as Prefeituras aplique 40% dos recursos do ICMS-ECOLÓGICO diretamente nas Al…
Já Mandamos Documentos para todas as Autoridades para Resolver os nossos Problema, mas ninguém resolveu e não atendeu nada, só enrolam, os nossos problemas são:
1 - Falta de atendimento e Assistência de Saúde nas aldeias, nos pólos de saúde e casa de saúde indígenas da região.
2 - Também resolver os problemas das PCH'S que estão construindo no Alto do Juruena, o Juiz já mandou paralisar as obras e até agora não pararam, e nós estamos sendo prejudicados e impactados e não recompensaram os prejuízos causados nas nossas comunidades.
3 - Resolver o problema da compensação dos impactos causados pela PCH Juina/ Rede Cemat (Cinta-Larga).
4 - Fazer estudo de impactos ambientais e compensar os Araras e Cinta-Larga sobre o prejuízos da Construção da Hidrelétrica Dardanelo em Aripuanã, que está em construção.
5 - Queremos que as Prefeituras aplique 40% dos recursos do ICMS-ECOLÓGICO diretamente nas Al…
Aneel suspende registro de 937,08 MW de aproveitamentos do Rio Juruena
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Rio Juruena
Estudos e projetos de aproveitamentos e novos inventários ficam suspensos enquanto não for concluída AAI, segundo despacho da agência no DO
A Agência Nacional de Energia Elétrica suspendeu a emissão de registros para elaboração de estudos e projetos de aproveitamentos do Rio Juruena, enquanto não for concluída a Avaliação Ambiental Integrada da bacia do rio. Segundo o despacho publicado pela Aneel no Diário Oficial da União de quinta-feira, 3 de julho, os registros de estudos de 30 aproveitamentos, com potência estimada entre 1,15 MW e 241,20 MW, têm total de 937,08 MW. A decisão é extensiva a novos inventários hidrelétricos na bacia. Com a medida, a Aneel suspendeu os aproveitamentos de Roncador (134 MW), Cinta Larga (193,7 MW) e Kabiara (241,2 MW), entre outros.Fonte GTEnergia, Mayron Regis
Estudos e projetos de aproveitamentos e novos inventários ficam suspensos enquanto não for concluída AAI, segundo despacho da agência no DO
A Agência Nacional de Energia Elétrica suspendeu a emissão de registros para elaboração de estudos e projetos de aproveitamentos do Rio Juruena, enquanto não for concluída a Avaliação Ambiental Integrada da bacia do rio. Segundo o despacho publicado pela Aneel no Diário Oficial da União de quinta-feira, 3 de julho, os registros de estudos de 30 aproveitamentos, com potência estimada entre 1,15 MW e 241,20 MW, têm total de 937,08 MW. A decisão é extensiva a novos inventários hidrelétricos na bacia. Com a medida, a Aneel suspendeu os aproveitamentos de Roncador (134 MW), Cinta Larga (193,7 MW) e Kabiara (241,2 MW), entre outros.Fonte GTEnergia, Mayron Regis
É dada a partida para leilão de energia
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O Conselho Nacional de Desestatização (CND) propôs ontem, em resolução publicada no Diário Oficial da União, a inclusão das linhas de transmissão de energia elétrica das hidrelétricas que serão construídas no Rio Madeira no Programa Nacional de Desestatização (PND), dando início ao processo que irá licitar os empreendimentos. De acordo com a resolução, o governo federal licitará duas alternativas tecnológicas para escoar a produção de energia das usinas de Jirau e Santo Antônio: um conjunto de linhas em corrente contínua e um conjunto de linhas em corrente alternada e em corrente contínua.
A alternativa em corrente contínua é formada por seis linhas de transmissão, atravessando os Estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo, e por duas subestações, além de unidades conversoras e inversoras de corrente alternada e corrente contínua. Essa solução ligará Porto Velho (RO) a Araraquara (SP). Já a alternativa hídrica entre corrente contínua e corrente alternada compreen…
A alternativa em corrente contínua é formada por seis linhas de transmissão, atravessando os Estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo, e por duas subestações, além de unidades conversoras e inversoras de corrente alternada e corrente contínua. Essa solução ligará Porto Velho (RO) a Araraquara (SP). Já a alternativa hídrica entre corrente contínua e corrente alternada compreen…
Talk Show debate hidrelétricas na Amazônia
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Construção de usinas no rio Madeira pode aumentar o desmatamento, causar extinção de espécies e prejudicar saúde da população local. Jornalistas e especialistas debatem esses impactos ao vivo no IG na próxima sexta-feira. Participe!
Na próxima sexta-feira (4), internautas poderão tirar suas dúvidas sobre a polêmica construção de hidrelétricas na Amazônia, durante o Talk Show "Perguntas sem resposta sobre o Complexo do Madeira". O programa, transmitido ao vivo pelo IG, às 18 horas, será um bate-papo com jornalistas e especialistas a partir do caso das hidrelétricas do rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, e vai interagir com o público pelo chat do portal. No Talk Show, teremos ainda o lançamento nacional do livro "Águas Turvas: alertas sobre as conseqüências de barrar o maior afluente do Amazonas", organizado pela ONG International Rivers. O programa será apresentado pelo jornalista e diretor da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Roberto Smerald…
Na próxima sexta-feira (4), internautas poderão tirar suas dúvidas sobre a polêmica construção de hidrelétricas na Amazônia, durante o Talk Show "Perguntas sem resposta sobre o Complexo do Madeira". O programa, transmitido ao vivo pelo IG, às 18 horas, será um bate-papo com jornalistas e especialistas a partir do caso das hidrelétricas do rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, e vai interagir com o público pelo chat do portal. No Talk Show, teremos ainda o lançamento nacional do livro "Águas Turvas: alertas sobre as conseqüências de barrar o maior afluente do Amazonas", organizado pela ONG International Rivers. O programa será apresentado pelo jornalista e diretor da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Roberto Smerald…
"Águas Turvas" : livro de Glenn Switkes foi lançado hoje no Congresso
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A Frente Parlamentar Ambientalista recebeu hoje, no Congresso, as organizações ambientalistas Kanindé de Rondônia, International Rivers Network (IRN), Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), Amigos da Terra Amazônia Brasileira, ISA, WWF, Ecodata e SOS Mata Atlântica no evento de lançamento do livro "Águas Turvas" de Glenn Switkes.
Estiveram presentes os deputados Gerson Peres (PA), Pedro Wilson (GO), Orlando Valverde (PT-RO) e Fernando Gabeira (PV-RJ).
Estiveram presentes os deputados Gerson Peres (PA), Pedro Wilson (GO), Orlando Valverde (PT-RO) e Fernando Gabeira (PV-RJ).
Hidrelétrica Jirau
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O consórcio liderado pela Odebrecht entrou com recurso administrativo na Aneel para anular o leilão da Hidrelétrica Jirau, no rio Madeira, do qual saiu derrotado. A mudança da localização do projeto de Jirau, pretendida pela Suez, levaria a usina 12,5 quilômetros rio abaixo. Fonte: Folha de S. Paulo
Cachoeira do Jirau no Rio Madeira
Cachoeira do Jirau no Rio Madeira
Mudança no projeto de Jirau pode atrasar construção de hidrelétrica
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Se técnicos do Ibama entenderem que há alteração significativa na obra, licença ambiental terá de ser revista. Continua
Renée Pereira
Uma série de questionamentos jurídicos e ambientais sobre a mudança no projeto de construção da Hidrelétrica de Jirau, a segunda do Rio Madeira, pode jogar um balde d’água fria nos planos do governo para expandir a matriz energética brasileira. O complexo, formado pelas usinas Jirau e Santo Antônio, de 6.450 MW, está na lista de obras prioritárias para livrar o País de novo racionamento nos próximos anos, especialmente se a economia continuar em ritmo acelerado. Segundo o cronograma oficial, Santo Antônio teria de gerar energia a partir de 2012 e Jirau, 2013.
O centro da polêmica está no deslocamento do eixo de Jirau em 12,5 quilômetros do plano original, o que permitiu ao consórcio vencedor (composto por Suez, Camargo Corrêa e Chesf) reduzir os investimentos em R$ 1 bilhão e, assim, dar a melhor oferta pelo projeto, de R$ 71,40 o megawatt/hora (MWh).
O res…
Renée Pereira
Uma série de questionamentos jurídicos e ambientais sobre a mudança no projeto de construção da Hidrelétrica de Jirau, a segunda do Rio Madeira, pode jogar um balde d’água fria nos planos do governo para expandir a matriz energética brasileira. O complexo, formado pelas usinas Jirau e Santo Antônio, de 6.450 MW, está na lista de obras prioritárias para livrar o País de novo racionamento nos próximos anos, especialmente se a economia continuar em ritmo acelerado. Segundo o cronograma oficial, Santo Antônio teria de gerar energia a partir de 2012 e Jirau, 2013.
O centro da polêmica está no deslocamento do eixo de Jirau em 12,5 quilômetros do plano original, o que permitiu ao consórcio vencedor (composto por Suez, Camargo Corrêa e Chesf) reduzir os investimentos em R$ 1 bilhão e, assim, dar a melhor oferta pelo projeto, de R$ 71,40 o megawatt/hora (MWh).
O res…
Dropes do dia
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Usinas no rio Madeira: ONGs questionam projeto da hidrelétrica de Santo Antônio
A polêmica em torno às usinas do rio Madeira terá outro capítulo hoje. Um documento que faz análise crítica do Projeto Básico Ambiental (PBA) da hidrelétrica de Santo Antônio, assinado pela entidade ambientalista International Rivers Network (IRN) será protocolado no Ibama. Trata-se de outro momento delicado do processo: o órgão de licenciamento do governo federal estuda o PBA e, ao dar sinal verde ao empreendedor, também concede a Licença de Instalação (LI) à usina. Continua
O Reino Unido, nos próximos 12 anos, construirá mais 7 mil turbinas eólicas. A revolution on the horizon: 7,000 more wind turbines Fonte:www.ecodebate.com.br
By Michael McCarthy, Environment Editor
Friday, 27 June 2008In the next 12 years, 7,000 wind turbines will spring up across the hills and around the coasts of Britain, in a £60bn renewable energy programme outlined by Gordon Brown.They will be the highly visible symbols of what…
A polêmica em torno às usinas do rio Madeira terá outro capítulo hoje. Um documento que faz análise crítica do Projeto Básico Ambiental (PBA) da hidrelétrica de Santo Antônio, assinado pela entidade ambientalista International Rivers Network (IRN) será protocolado no Ibama. Trata-se de outro momento delicado do processo: o órgão de licenciamento do governo federal estuda o PBA e, ao dar sinal verde ao empreendedor, também concede a Licença de Instalação (LI) à usina. Continua
O Reino Unido, nos próximos 12 anos, construirá mais 7 mil turbinas eólicas. A revolution on the horizon: 7,000 more wind turbines Fonte:www.ecodebate.com.br
By Michael McCarthy, Environment Editor
Friday, 27 June 2008In the next 12 years, 7,000 wind turbines will spring up across the hills and around the coasts of Britain, in a £60bn renewable energy programme outlined by Gordon Brown.They will be the highly visible symbols of what…
BNDES e Santander: Bancos podem "patrocinar" megaimpactos socioambientais
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Telma Delgado Monteiro
As usinas do rio Madeira são mesmo os maiores projetos em andamento na América Latina e no Caribe. Grandes agentes financeiros como o Santander, que pretende financiar a usina de Santo Antônio, no entanto, já estão sendo questionados através de manifestações como as que aconteceram durante a assembléia de acionistas do banco, na Espanha. (continua)
Luis Fernando Novoa, presente à Junta dos acionistas do Santander, leu e entregou um documento que denuncia os impactos socioambientais que as hidrelétricas do Complexo do rio Madeira, em Rondônia, causarão. Impactos esses que vêm sendo apontados, à exaustão, pelos ambientalistas brasileiros. Comunidades ribeirinhas e indígenas estarão seriamente ameaçadas se for implantado o megaempreendimento, afirma o manifesto.
O presidente do Banco Santander aceitou o puxão de orelhas e pareceu sinalizar que a mensagem pode ter atingido seus objetivos, ao prometer providências. Essa promessa indica responsabilidade social, o que n…
As usinas do rio Madeira são mesmo os maiores projetos em andamento na América Latina e no Caribe. Grandes agentes financeiros como o Santander, que pretende financiar a usina de Santo Antônio, no entanto, já estão sendo questionados através de manifestações como as que aconteceram durante a assembléia de acionistas do banco, na Espanha. (continua)
Luis Fernando Novoa, presente à Junta dos acionistas do Santander, leu e entregou um documento que denuncia os impactos socioambientais que as hidrelétricas do Complexo do rio Madeira, em Rondônia, causarão. Impactos esses que vêm sendo apontados, à exaustão, pelos ambientalistas brasileiros. Comunidades ribeirinhas e indígenas estarão seriamente ameaçadas se for implantado o megaempreendimento, afirma o manifesto.
O presidente do Banco Santander aceitou o puxão de orelhas e pareceu sinalizar que a mensagem pode ter atingido seus objetivos, ao prometer providências. Essa promessa indica responsabilidade social, o que n…
Empréstimos do BNDES para região Norte crescem 400% até maio
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Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - As aprovações de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dos últimos 12 meses, para a região Norte, somaram R$ 10,2 bilhões. Em relação aos 12 meses finalizados em maio de 2007, houve um aumento de 402% nas aprovações para a região.
No período anterior, a região Norte recebeu R$ 2 bilhões em empréstimos da instituição. Segundo o chefe do departamento regional do BNDES no Nordeste, Paulo Guimarães, a explicação está na expansão da mineração. "Em função das recentes descobertas minerais no Norte do Brasil, que hoje é a fronteira mineral do país”, justificou Guimarães.
Os desembolsos do banco para a região Norte mostraram alta de 149% entre abril de 2007 e maio de 2008, totalizando R$ 4,7 bilhões. Paulo Guimarães afirmou que em decorrência do crescimento dos investimentos em minério de ferro, em especial, há necessidade de infra-estrutura de energia e de transportes no Norte brasileiro, princ…
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - As aprovações de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dos últimos 12 meses, para a região Norte, somaram R$ 10,2 bilhões. Em relação aos 12 meses finalizados em maio de 2007, houve um aumento de 402% nas aprovações para a região.
No período anterior, a região Norte recebeu R$ 2 bilhões em empréstimos da instituição. Segundo o chefe do departamento regional do BNDES no Nordeste, Paulo Guimarães, a explicação está na expansão da mineração. "Em função das recentes descobertas minerais no Norte do Brasil, que hoje é a fronteira mineral do país”, justificou Guimarães.
Os desembolsos do banco para a região Norte mostraram alta de 149% entre abril de 2007 e maio de 2008, totalizando R$ 4,7 bilhões. Paulo Guimarães afirmou que em decorrência do crescimento dos investimentos em minério de ferro, em especial, há necessidade de infra-estrutura de energia e de transportes no Norte brasileiro, princ…
Projeto Básico Ambiental de Santo Antônio não atende condicionantes da licença prévia
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Fonte: Amigos da Terra - Amazônia Brasileira
Link:http://www.amigosdaterra.org.br
Estudo da International Rivers será protocolado no IBAMA hoje e pode atrasar a licença de instalação do empreendimento
O Projeto Básico Ambiental (PBA) da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira (RO) não atende aos condicionantes da licença prévia, concedida pelo Ibama em julho de 2007. Com isso, a usina não poderia receber a licença de instalação, prevista pelo órgão ambiental para o fim de julho deste ano. Essas são as conclusões do estudo "Uma análise do Projeto Básico Ambiental do AHE Santo Antônio", lançado hoje pela ONG International Rivers. Veja a íntegra do documento.Matéria completa
Link:http://www.amigosdaterra.org.br
Estudo da International Rivers será protocolado no IBAMA hoje e pode atrasar a licença de instalação do empreendimento
O Projeto Básico Ambiental (PBA) da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira (RO) não atende aos condicionantes da licença prévia, concedida pelo Ibama em julho de 2007. Com isso, a usina não poderia receber a licença de instalação, prevista pelo órgão ambiental para o fim de julho deste ano. Essas são as conclusões do estudo "Uma análise do Projeto Básico Ambiental do AHE Santo Antônio", lançado hoje pela ONG International Rivers. Veja a íntegra do documento.Matéria completa