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Mostrando postagens com o rótulo BNDES

Banco responde por dano de empresa que financiou

Fonte: AmbienteJá - Em um cenário onde catástrofes ambientais tornaram-se globalmente comuns, devido à mudança climática ocasionada pela radical intervenção do homem na natureza, a responsabilização de seus causadores obteve o mesmo avanço, com o surgimento de severas normas voltadas ao resguardo do meio ambiente.
Muitos dos infratores são empresas que foram constituídas com o auxílio de instituições financeiras, por meio de cessão de crédito. Nesse diapasão, o presente texto tem o escopo de ressaltar a peculiar precaução que os bancos necessitam quando das cessões de crédito, pelo fato desse investimento os incluírem no quadro de responsáveis quanto aos danos ambientais ocasionados pelas atividades que financiaram. Leia... Por força do Princípio da Responsabilidade Civil Objetiva, que impera no Direito Ambiental, o banco, apesar de não ter contribuído diretamente para a ocorrência do dano ambiental, será legitimado a responder civilmente por eventual degradação causada pela atividade q…

BNDES reduz recursos para financiamento das usinas do Madeira

BNDES une parceiros e reduz aporte no Madeira  Financiamento será de R$ 7,6 bilhões, 60% do total Leia também: Obra de hidrelétrica deixa 11 t de peixes mortos

Bancos públicos para financiar os empreendimentos do Madeira

O Banco da Amazônia S.A. (BASA) e a Caixa Econômica Federal (CEF) estão sendo chamados a complementar os recursos necessários para o financiamento dos empreendimentos do Madeira, junto com o BNDES. 
Um diretor do Santander-Brasil admitiu que está sendo muito difícil a adesão de outros bancos ao projeto. O que indica que as fragilidades financeiras, institucionais, ambientais e sociais, tendem a ser absorvidas pelo Estado brasileiro. Fica-se numa situação em que há predomínio público mas sem equivalente controle administrativo, operacional e financeiro. Que belo exemplo de Parceria Público Privada (PPP)! TM

Dropes do dia

Energia  Nuclear 

Dias 22 e 23 de outubro aconteceu em São Paulo a primeira oficina sobre energia nuclear. Participaram 42 representantes de organizações do Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Peru.  Foram dados passos importantes nos avanços e nas boas perspectivas de mobilização anti-nuclear na América do Sul!
A partir da próxima semana vou postar a série "Energia Nuclear : o espectro da morte"  com textos, documentos e imagens para resgatar o passado  de desmandos dos governos na utilização de energia nuclear no Brasil e na América do Sul. 
Acesse o mais recente estudo encomendado pela Fundação Heinrich Böll, sobre política externa brasileira: A energia nuclear em debate. Esse estudo analisa a questão nuclear no Brasil, avalia o programa nuclear no governo Lula e aborda os temas da Amazônia. Continua...
Conheça, também, o relatório do Greenpeace sobre os impactos da produção de combustível nuclear no Brasil: O Ciclo do Perigo 
Vídeo
A crise financeira pode ajudar o meio ambient…

Hidrelétrica danificada no Equador foi construída pela dupla Furnas/ Odebrecht com dinheiro do BNDES

A central hidrelétrica San Francisco, primeira usina no mundo totalmente subterrânea, está localizada no sopé do vulcão Tungurahua, 220 km ao sul de Quito, Equador, e gera 230 MW. Ela custou US$ 338 milhões – dos quais 75% financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Leia a matéria toda

A responsável pelas obras civis é a construtora Norberto Odebrecht, que tem participação de 20% na hidrelétrica. A fiscalização do projeto ficou nas mãos do consórcio formado por FURNAS e a empresa equatoriana Integral. Quando a central hidrelétrica foi inaugurada, o consórcio FURNAS/Integral recebeu elogios da Controladoria Geral da República do Equador: “pela primeira vez no país, uma obra foi devidamente fiscalizada (grifo meu)”; “Do ponto de vista de qualidade, o padrão de San Francisco é equivalente ao das boas obras brasileiras”.

Já no ano passado (2007), alguns dias depois da inauguração, as fortes chuvas comprometeram o fornecimento da energia gerada nas usinas…

Investimento em pequenas hidrelétricas atinge R$ 15 bi

Valor Econômico
Maurício Capela

Há 238 pequenas hidrelétricas em gestação no país. Se todas saírem do papel, em prazo muito curto - a construção de uma PCH leva no máximo dois anos - o país poderá contar com potência instalada para a geração adicional de energia elétrica equivalente a uma usina do rio Madeira, algo como 3,7 mil megawatts (MW). Desse total 1,4 mil MW estão em construção e 2,3 mil MW em outorga na Aneel. Continua
Leia também: Geradoras e fundos apostam em PCH